Kia, not unlike Hyundai, is about to face a very delicate moment. Since expressions like “Fluidic Sculpture” or “Tiger Nose” have turned seven years old, working with these strategies has become a matter of half-full or half-empty glass: the first vision says they’re still good for a couple of years, while the other defends it’s time to start doing something new. However, comparing this article’s minivan to its previous generation reveals that this automaker decided to forge a third answer to that: procrastinating in a very attractive way.
Kia Sedona 3
Kia Carnival
Alguém se lembra da Carnival? Ela chegou ao país no final de 2008, antes de a Kia meio que conquistar o mundo com a nova identidade visual que vem adotando nos modelos mais recentes. Com isso, a midivan acabou sofrendo do mesmo mal que a grande maioria dos carros orientais no Brasil até meados dos anos 2000: o visual equipado com a completa falta de capacidade de chamar a atenção, seja nas ruas ou até mesmo nas próprias propagandas.
Kia Carnival
Mas errado está quem pense que a Carnival é apenas uma Carens com um banco a mais. Ela passa dos cinco metros de comprimento e das duas toneladas, mas vem com um motor v6 de 242 cv, ficando mais ágil que várias das suas concorrentes.
A Carnival não traz luxos em excesso, como tela grande de LCD ou câmera na traseira. Porém, ela compensa os quase 145 mil reais que custa com itens como ar-condicionado digital dual-zone, duplo airbag, freios ABS, piloto automático e rodas de liga leve aro 17. Os bancos da fileira do meio não oferecem o sistema de encaixar no assoalho, para liberar o espaço é necessário retirá-los. Por outro lado, a midivan libera o motorista de outros esforços: altura do banco do motorista, portas laterais, retrovisores, tampa traseira e vidros têm regulagens elétricas.